sexta-feira, 6 de abril de 2018

CAPACITAR OU EXPLORAR?













CAPACITAR OU EXPLORAR?

Encontrei a tabela à seguir em um post do facebook, a autoria é atribuída a Wolfgang Siemson em um livro dele. Estava em inglês e fiz uma tradução livre para o português.
Pareceu-me clara e óbvia demais para necessitar explicações, portanto vou apenas apresenta-la, sem maiores comentários.
Possamos nós termos a sabedoria e o bom senso de sermos daqueles que capacitam outros, e , não daqueles que se utilizam de outros para seus próprios interesses.


COMO CAPACITAR AS PESSOAS
COMO EXPLORAR AS PESSOAS
Habilite-as para uma função (serviço).
Dê-lhes uma função (cargo).
Creia nelas.
Faça-as crerem em você.
Delegue autoridade.
Requeira submissão.
Promova o plano de Deus para elas.
Faça-as parte dos seus planos
Invista nelas.
Use-as
Ame-as, e diga isso.
Ame mais a causa do que as pessoas.
Dê-lhes o que você tem.
Pegue o que elas têm para dar.
Debata os assuntos com elas.
Pregue para elas.
Gaste tempo com elas livremente.
Requeira tempo agendado.
Dê as “chaves” para elas agora.
Faça-as esperar até sua aposentadoria.
Sirva-as.
Deixe-as servirem você.
Louve-as. (elogie-as).
Aceite que elas te louvem. (elogiem)
Transfira a capacidade de ser um mestre.
Demonstre sua capacidade de ser mestre.

terça-feira, 20 de março de 2018

VOCÊ TEM UMA BOA AMIZADE?




Lembrei-me desta canção que cantamos inúmeras vezes na comunidade luterana onde cresci, era praticamente um hino oficial dos adolescentes e jovens.
1. Se uma boa amizade você tem,



louve a Deus, pois a amizade é um bem
Toda boa amizade você deve conservar.
Como é bom quando se sabe amar.
A amizade vem de Deus e a Deus deve levar.
Como é bom quando se sabe amar.
Uma boa amizade
é mais forte do que a morte.
Mesmo longe na saudade
a amizade vai ficando até mais forte.
2. A amizade é na vida uma canção.
A amizade faz bater o coração.
Ser amigo é fazer ao amigo todo bem.
Como é bom saber amar alguém.



A amizade vem de Deus e a Deus deve levar.
Como é bom quando se sabe amar.
Uma boa amizade...
Passados quase quarenta anos posso afirmar que o autor, cujo nome não sei, estava inspirado e deve ter provado o valor de uma boa amizade para escrever algo tão simples e ao mesmo tempo profundo
Eu posso testemunhar das muitas vezes em que fui salvo por amigos, principalmente salvo de mim mesmo, amigos me ouviram, amigos me acolheram, me amaram, me corrigiram, me confrontaram, apontaram soluções, riram comigo, choraram também.
Tenho ótimas recordações de intermináveis papos, tratando de todos os assuntos imagináveis...
Muitos dos amigos de então, já não estão por perto, por inúmeras razões fomos distanciados, mas, ficou a boa lembrança do tempo vivido, as lições aprendidas.
As responsabilidades diárias, o ritmo da vida, as carreiras seguidas, impuseram um afastamento normal nestes casos. Interessante que mesmo sem a intensidade do relacionamento de então, eu sei que posso contar com aqueles que verdadeiramente se fizeram amigos, mesmo que em alguns casos muitos anos tenham passado.

O valor de uma boa amizade é algo a ser preservado, principalmente em tempos de infinitos “relacionamentos” sem nenhuma profundidade, ninguém é capaz de ter um milhão de verdadeiros amigos, seguidores talvez, amigos, certamente não.

Certa época de minha vida, senti-me muito só, não contava com amigos próximos. Quando falo próximos penso naquele tipo de amigo que aparece só para tomar um café, ou senta-se próximo e tem a capacidade de ficar quieto e se comunicar mesmo em silêncio, sabe que a presença é em muitas vezes superior às palavras, sabe também que não precisa ter as respostas, afinal pessoas não são equações a serem resolvidas...na maioria das vezes só precisam verbalizar as ideias para encontrarem suas respostas. Nunca subestime o poder de um bom ouvido!

Não é que os amigos não existissem, eles estavam ali, mas, ideias errôneas e sentimentos atrapalhados me afastavam deles, triste tempo!

Um fato intrigante da vida de Jesus era sua amizade com Lázaro e suas irmãs, é perceptível que havia um forte vínculo, contudo Lázaro não foi um dos doze, parece que o Mestre necessitava de alguém fora do agito de suas viagens para chegar e repousar em sua casa.

Um bom amigo é como um porto seguro, onde você sabe que pode atracar seu barco em tempos de mar revolto. Uma parada para renovar as forças. Que eu seja este tipo de amigo para os meus amigos!

Se você não tem amigos assim, não perca tempo, torne-se amigo de alguém, afinal se você quiser ter um amigo, você precisa ser um também.

Se você tem bons amigos, louve à Deus pois essa é uma dádiva. Não remova os marcos antigos, preserve suas amizades, abra-se para novas, faça amigos em todo o tempo!

Minha sincera gratidão àqueles que tem me suportado em toda esta jornada, eu realmente, “não sei o que seria de minha vida, sem irmãos e irmãs, sem amigos que com o amor de Jesus...” como tantas vezes cantamos!

Paz!

Se você leu até aqui, sinta-se abraçado, um caloroso abraço fraterno, é isto que eu gostaria de fazer neste momento!

quarta-feira, 7 de março de 2018

OFERTA E PROCURA...










OFERTA E PROCURA...


Esta é uma lei de mercado básica, e já estava presente nos primórdios da história humana. No jardim do Éden já se fez presente...

Após consumirem do produto ofertado, Adão e Eva tiveram consciência de que estavam nus e fizeram toscas proteções de folhas de figueira, o primeiro “tapa sexo” da história.

Ao ser confrontado, Adão não hesitou em culpar sua companheira Eva, que de imediato transferiu a culpa para a serpente...

Que coisa interessante, a primeira resposta foi uma transferência de culpa e responsabilidade!

Pensava sobre isto em nossos dias, cada um de nós transfere a outros as razões de seus erros e escolhas ruins, se não for possível culpar alguém próximo, culpamos então o “sistema”, ou a sociedade em que vivemos, ou qualquer um que não possa se defender e responder.

Se Eva não tivesse qualquer interesse em provar daquele fruto, as incursões da serpente teriam resultado em nada, não haveria demanda pelo fruto e as ofertas tentadoras da serpente cairiam no vácuo. Por certo a serpente morreria de fome se dependesse daquela venda para viver caso Eva não cedesse à cobiça.

Não havendo mercado consumidor, não adianta produzir. A produção, por melhor que seja ficará encalhada, forçando o produtor a mudar de ramo se quiser sobreviver.

Ainda me lembro que em minha infância havia um produto bastante popular, vendia bem, as galochas! Eram um protetor de sapatos para os dias de chuva, era usada sobre os sapatos e impedia os mesmos de sujarem com a lama e de se deteriorarem devido à água. Sumiram do mercado há décadas, as pessoas entenderam que não eram mais necessárias, e os produtores tiveram que mudar de ramo, ou quebraram.

Lendo sobre o avivamento no país de Gales no início do século passado, impressionei-me com o relato do fechamento de inúmeros bares, pelo motivo único de que tantos eram os convertidos que já não haviam mais clientes... oferta e procura.

Como Adão e Eva, gostamos de transferir nossas responsabilidades para outros, apontamos e esperamos que outros tomem providências...

Por exemplo quem consome drogas ilícitas se acha uma “pessoa de bem”, não considera que para “curtir o seu barato”, muitos pagam caríssimo, inúmeras vezes com a própria vida. Se estas “pessoas de bem” que só querem curtir a vida, aprendessem a curti-la de outra forma, haveria de imediato um baque na lei de oferta, e toda a cadeia de produção ruiria... sem sequer um tiro, uma prisão...

Se as “pessoas de bem” deixarem de lado o pensamento de levarem vantagem em tudo, muitas atividades ilícitas se extinguiriam...

Sem receptador (para uso pessoal ou revenda), não existe razão para roubar cargas, os fretes seriam mais baratos, os motoristas viajariam mais seguros...

Sem pessoas que querem favores, não haveria um mercado para vende-los, assim acabaria a corrupção.

Se cada “cidadão de bem”, fizer realmente o bem, acredito que o mal ficará sem espaço. 

Acordemos, nossa omissão pavimenta a estrada da maldade.




terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

AINDA SOBRE FOLHAS E FRUTOS










AINDA SOBRE FOLHAS E FRUTOS

A informação que recebi sobre as árvores com muitas folhas e poucos, ou nenhum fruto, ainda ecoa em minha mente...

É algo realmente desalentador você ver um espécime de alto impacto visual, uma folhagem linda, tronco e galhos vigorosos, uma sombra fantástica, mas a “única” coisa que ela não tem, são os frutos, que garantirão a sobrevivência de sua espécie e servirão de alimento para inúmeras outras...

No tempo em que vivemos, nos impressionamos muito com a aparência exterior. A preocupação com o visual, com a primeira impressão, com o parecer e o fazer antes do ser... a supervalorização do belo, do prazer, do poder... todos estes são sinais exteriores, muita das vezes  mantidos a um  preço exageradamente alto e sem refletir a real situação interior do ser que os manifesta!!!

Mas no tempo do “fruto”, ele falha, Não existem a disposição e o tempo necessários à sua produção. A vida assim fica estéril, incapaz de se reproduzir, tudo que terá produzido então, será mera aparência exterior, que logo será esquecida por todos. Não haverá sucessão, a semente não permanecerá, a espécie se extinguirá...

O que dizer de nossas atividades “espirituais” ou “religiosas”, quantas vezes estamos fazendo grande alarido e verdadeiros “shows” pirotécnicos. Muita folhagem, visual, fumaça, e pouca ou nenhuma vida! Quanto de nosso esforço está focado apenas na aparência, sem a essência, e portanto, sem fruto verdadeiro.

O que de nossa vida permanecerá? O que temos feito com nosso tempo? Talentos? Recursos pessoais e materiais? 

Quem passa por nós se impressiona com nossa aparência e se vai, ou pode repousar em nossa sombra e saborear dos frutos que estamos produzindo?

Fomos todos criados para crescer e multiplicar, isto é parte do mandato original da criação humana...

Que a graça de Deus nos conduza pelo caminho da frutificação abundante e abandonemos o fútil legado de nossa geração, de produzirmos apenas folhagens abundantes.


quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

MUITA FOLHA, POUCO FRUTO!





(as três árvores da frente na foto foram a origem da conversa)


Neste último sábado em conversa com o engenheiro agrônomo que nos orienta, eu perguntava porque algumas árvores frutíferas da propriedade não produziam seus respectivos frutos, qual não foi minha surpresa ao ouvir que a planta que está muito viçosa, cheia de vigor e folhas, exalando seu verdor, não produz fruto!!!

Como assim? Perguntei. Ele respondeu, as plantas produzem flores e frutos pela necessidade de perpetuarem suas espécies, então, se está tudo muito confortável para elas, não há a necessidade imperiosa de frutificar, sua espécie não está em risco...

Aconselhou-me então a causar algum sofrimento ás árvores para que isto as estimule a produzir fruto... nada exagerado, apenas pregar alguns pregos de forma que a árvore “perceba” a necessidade de se perpetuar.

Tal como as plantas, corremos o risco de estarmos com uma folhagem exuberante e sem frutos, os confortos e a acomodação com o curso da vida, nos dão a falsa sensação de segurança, e deixamos de nos importar com a perpetuação de nossa espécie... talvez estejamos necessitando uma dose de sofrimento!

Sofrimento é uma coisa que nenhum de nós deseja, mas observando minha própria trajetória, é perceptível como os tempos de  dor e sofrimento, geraram os períodos de maior frutificação e amadurecimento pessoal, teria muito que dizer a este respeito mas fica para outra conversa.

Salmo 119;71

Foi-me bom ter passado pela aflição, para que aprendesse seus decretos.


quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

UMA AÇÃO DE MARKETING MUITO BEM SUCEDIDA!




No livro de Genesis, capítulo 3, é relatada a primeira ação de marketing da história humana.

Haviam ali os elementos essenciais;

Um diretor de marketing determinado a vender seu produto, a serpente.

Uma consumidora potencial ávida por novas experiências; 
Eva.

Um produto sedutor, o fruto da árvore.

Uma oferta tentadora junto com o produto, um estilo de vida...conhecimento do bem e do mal;

Um preço a ser pago... convenientemente mascarado;

Um público a ser alcançado; Adão.

Imagino que a serpente, com toda sagacidade, aproximou-se de Eva e iniciou uma agradável conversa. Atraiu sua atenção e ativou a sua cobiça. Eva na verdade não precisava daquele fruto, poderia comer de qualquer outra árvore, o problema não era fome... o que a atraiu foi o resultado de provar aquele fruto. A promessa da serpente era de que ao fazer isto Eva se tornaria como Deus, conhecedora do bem e do mal...
Opa! Que oferta tentadora!!! Mas observe, Eva já era imagem e semelhança de Deus, então a serpente tentou-a com algo que ela já tinha, e portanto, não precisava!!! Ou seja seria algo mais ou menos assim, você terá mais daquilo que você já tem! Uau!!!

Para conseguir seu intento a serpente arrumou a primeira vitrine da história, e apresentou aquele fruto como “boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento,” como resistir a uma oferta tão vantajosa, locupleta os desejos do estômago (concupiscência da carne), desejos da alma (concupiscência dos olhos) e os desejos da mente (soberba da vida), qualquer semelhança com nossas lojas, não é mera coincidência...

A investida foi fatal, nossa consumidora não resistiu, comeu e iniciou sua estratégia de multiplicação de níveis de consumidores. Imediatamente pegou o fruto e deu a seu marido, assim se iniciou a primeira rede de marketing multinivel, de extremo sucesso, segue fazendo adeptos a pleno vapor em nossos dias.

Os resultados de tudo isto são vistos até hoje, e se repetem a cada dia, o diretor continua nos oferecendo produtos que , na verdade, não precisamos, com vantagens que não desfrutaremos, por um preço que não poderemos pagar...

Fique esperto!

domingo, 4 de fevereiro de 2018

CADA UM NO SEU QUADRADO..







Há bem pouco tempo uma música fez bastante sucesso e seu refrão é:

 ” Eu disse ado-a-ado!
Cada um no seu quadrado!
Ado-a-ado!
Cada um no seu quadrado!

Ouvi algumas vezes este refrão e hoje resolvi ver a letra inteira, a primeira estrofe diz;

"-Aí galera!
Tô chegando
Com a dança do quadrado!
Pegue seu quadrado
E quem pisar na linha
Vai pagar prenda, hein?
Vamos juntos!"

As demais estrofes, convidam os presentes para pegarem seus quadrados e dançarem, cada um em seu respectivo quadrado.
Já há algum tempo tenho observado que mesmo aqueles que insistentemente se dizem , ou são considerados, “fora da caixa (quadrado)”, na verdade possuem seus próprios “quadrados” e vivem neles. É certo que às vezes são “quadrados” um tanto diferentes dos demais, mas, em última análise são, “quadrados”. Tem diferentes tamanhos, cores, texturas, brilho etc... mas são em essência “quadrados”...

Não vejo nenhum problema nisto, desde que não nos enganemos pensando sermos de uma classe iluminada, que vive fora do quadrado. Ou que somos os salvadores da pátria com a missão soberana de livrarmos os demais de seus “quadrados”, para coloca-los em nossos próprios “quadrados”...

É bom nos lembrarmos sempre que o fato de sermos “fora da caixa (quadrado)”, não significa que sejamos absolutamente “fora de qualquer caixa (quadrado)”...


Uma boa dose de esvaziamento pessoal e de humildade, nos livrará deste complexo messiânico e de nós mesmos.

CAPACITAR OU EXPLORAR?

CAPACITAR OU EXPLORAR? Encontrei a tabela à seguir em um post do facebook, a autoria é atribuída a Wolfgang Siems...